Na pandemia, o que parecia impensável se tornou comum para muita gente: o trabalho virou sinônimo de home office, máscaras faciais se tornaram itens obrigatórios, cumprimentar as pessoas virou falta de educação e tantos outros hábitos cotidianos, como uma simples ida ao supermercado, sofreram expressivas transformações.
Passados mais de 150 dias desde que a pandemia começou, é como se vivêssemos um life event coletivo: um momento repleto de desafios, e que também abre espaço para mudanças aceleradas de comportamento.
A busca do Google testemunhou essas e tantas outras transformações nas últimas semanas. Além de notícias e recomendações sobre a pandemia, foi por meio da busca, o serviço pioneiro da companhia, que muita gente soube quais atividades cotidianas poderiam ser resolvidas com ajuda de um clique.

Os campeões da vida digital-first nos mostram um caminho possível, um caminho no qual, a despeito da crise, a aceleração digital tem sido uma das formas mais efetivas de mitigar os efeitos da pandemia.
Analisando os dados da busca do Google, notamos que, em semanas, vivemos acontecimentos que levariam décadas para ser incorporados em nossas rotinas. As jornadas de compra de diferentes setores se digitalizaram intensamente nos últimos 6 meses.
Com um maior número de buscas, houve também um aumento no interesse por produtos e/ou serviços diversos. Um dos destaques foram os itens de casa:


E a enorme bancarização de brasileiros com a oferta do auxílio emergencial gerou um crescimento exponencial no número de transações bancárias digitais — do pagamento de contas às mais diversas compras.

E com um maior acesso à carteira digital, notamos também uma aceleração do consumo do digital como um todo. Não à toa, o e-commerce nacional registrou o dobro do faturamento e um importante crescimento no número de novos e-shoppers.

Com o isolamento social e uma maior digitalização, as pessoas perceberam que era possível comprar basicamente tudo online. E esse movimento gerou um boom nas buscas por diversos tipos de varejo online.

Como fazer parte dessa mudança? Reunimos dados e estratégias de quem soube fazer a diferença justamente a partir das buscas.
Apesar da queda dos indicadores de vendas do varejo nos últimos meses, a maioria dos varejistas brasileiros foram capazes de colher resultados positivos em suas lojas digitais. Houve um aumento de visitas em sites de verticais específicas englobando mais de 100 negócios digitais, de acordo com dados do Similar Web. Num primeiro momento com as lojas fechadas, e mais recentemente com o horário de funcionamento limitado, os negócios online aceleraram para praticamente todas as indústrias, com exceção do setor de apps de mobilidade, automóveis e travel.

Mais do que entender a performance por categoria, procuramos olhar para estratégias individuais capazes de produzir crescimento nas lojas digitais de marcas de diferentes segmentos. E é a partir dos exemplos dessas empresas que reunimos 3 insights de como o varejo digital reagiu de forma positiva aos desafios impostos pela pandemia.
1. O marketplace ficou mais robusto
Em meio à pandemia, pequenas e médias lojas de roupas, calçados, restaurantes e bebidas rapidamente se organizaram e passaram a oferecer seus produtos em marketplaces. Apenas em março, a Abcomm (Associação Brasileira do Comércio Eletrônico) registrou 107 mil novos estabelecimentos no ambiente online.

Do outro lado, existiam grandes plataformas capazes de abraçar os novos varejistas. É o caso do Magalu, que se destacou neste processo. Para ajudar os pequenos e médios varejistas que estavam com as lojas fechadas por conta do combate à disseminação da COVID-19, a empresa tirou do papel em poucos dias um projeto que estava previsto para meses à frente: o Parceiro Magalu. A companhia usou todos os canais de comunicação — marketing, PR e até seus próprios — para tornar a ferramenta conhecida pelos pequenos e médios varejistas. E o resultado da estratégia foi expressivo: em menos de duas semanas, o Parceiro Magalu já havia cadastrado mais de 20 mil novos parceiros, saltando de 15 mil parceiros para 35 mil sellers.1
Outros importantes marketplaces, como os de Americanas, Mercado Livre e Dafiti, também tiveram grande adesão de novos sellers. Dessas transformações, surgiu o primeiro legado que o fechamento temporário do comércio físico já deixou: um marketplace muito mais robusto.
2. Varejistas físicos que se provaram experts no digital
Enquanto lojas físicas seguiam fechadas ou, mais recentemente, com horário de atendimento limitado, varejistas do mundo físico que apostaram no e-commerce tiveram maior aumento de tráfego nos canais digitais.

Um exemplo de varejista on&offline que teve sucesso ao apostar no e-commerce é a Riachuelo. A estratégia da fast fashion de apostar no ambiente digital teve início ainda em 2019 com um investimento de R$ 168 milhões no app e nos demais canais digitais da marca.2 E mais: com uma operação ágil e baseada em anúncios dinâmicos feitos com features automatizadas, a Riachuelo soube, durante a pandemia, dar visibilidade para peças que estavam tendo alta procura, como roupas confortáveis, pijamas, pantufas e itens de decoração para casa.
E assim, pela primeira vez, a Riachuelo assumiu a liderança nas buscas por marcas de online fashion do Google Search no mês de abril.3 Ao colher resultados gerados pela automação em publicidade no Google, a fast fashion marcou presença durante o reaquecimento das buscas, em abril último, e segue colhendo os frutos do investimento no e-commerce, com uma previsão de vendas 5x maior para este ano.4

Desde o lançamento do aplicativo, já são mais de 3.4 milhões de downloads do app e um registro de 460 mil usuários ativos no mês de junho.5 Vale mencionar que a marca também fez um esforço na implementação de estratégias de Omnichannel, contemplando a retirada presencial dos produtos por meio do click & collect em 100% das lojas e drive-thru em 156 pontos.6
A Fast Shop foi outra empresa que soube mitigar perdas diante da crise ao ampliar sua estratégia de marketing no ambiente digital. Tendo uma parte importante do faturamento do off-line e também uma fundação digital que já estava em construção, a empresa fez um grande trabalho de base — com automação das contas e uso avançado do Google Analytics — como forma de acomodar a alta demanda imprevista surgida em março, no início da pandemia.

Fast Shop tomou a decisão de acompanhar e acelerar a migração da demanda para o digital e aumentou seus investimentos em formatos de performance (App Download, Google Shopping) e também Google Search (Text Ads). Para dar suporte para os shoppers que necessitavam de assistência para comprar, a empresa usou sua própria rede de atendimento das lojas físicas, seus vendedores especializados e sua entrega ágil e dedicada para atender remotamente e de forma segura através do seu app. E deu certo: a Fast Shop conseguiu recompor 100% das vendas com o incremento dos canais digitais.
3. A corrida do sabão em pó
Muita gente fez sua primeira compra online durante a pandemia. E o primeiro passo para essa compra, muitas vezes, é a busca do Google, onde o consumidor procura: “nome do produto + como comprar online?” E ao detectar uma demanda crescente por compras de supermercados online, as empresas dos mais diversos segmentos entraram na corrida, organizando sua operação para capturar a venda de diferentes bens de consumo.

Vale mencionar que a aposta do Magalu na categoria de “mercado” — com alimentos, bebidas, utilitários, produtos de higiene e limpeza — teve um desempenho excepcional desde março último. A aposta foi em novas parcerias com grandes marcas e fornecedores, além do oferecimento de frete grátis com entrega rápida. E a automação de anúncios na busca também foi fundamental para o aumento de 300% no número de SKU vendidos (unidades do estoque) apenas durante a pandemia.7

Assim, o Magalu se consolidou como o maior vendedor online do Brasil de produtos como fraldas e sabão para lavar roupas.
Além de oferecer estrutura digital para empresas, o Google pode ser parceiro na jornada de transformação digital: via YouTube e Search, é possível gerar e capturar demanda. Mas como? Com a ajuda de anúncios dinâmicos, é mais fácil encontrar clientes que estão no Google pesquisando exatamente aquilo que você oferece.
E para maximizar resultados, a automação pode ser uma potente ferramenta para gerar mais alcance para sua campanha e economizar horas de trabalho do seu time. Assim que um usuário realiza uma busca (por qualquer termo), nossa ferramenta entra em ação rastreando todas as páginas do website e, caso encontre conteúdo relevante, o título do anúncio de pesquisa é criado pelos nossos algoritmos já inserindo o termo de busca no mesmo. Dessa forma, o anúncio se torna mais relevante para o usuário. Tudo isso sem a necessidade de adicionar novas palavras-chave graças ao poder dos Anúncios Dinâmicos de Pesquisa ou DSA. Com o DSA, é possível impactar seus usuários no momento certo, com os anúncios e conteúdos certos também. Confira mais sobre essa funcionalidade clicando aqui.

Como guia ou como ferramenta, o Google nos mostra como adaptar nossa rotina online e continuará lançando luz nos novos caminhos possíveis na volta gradativa das atividades. Seja porque parte do consumo continuará no digital, seja porque ele é o canal que nos conecta com as rápidas mudanças do mundo físico.
Fonte: thinkwithgoogle.com
Não sei se todos sabem mas a TOSS foi criada oficialmente no ano de 2010, antes disso passei por algumas agências e desenvolvi diversos trabalhos como freela… já rolou de tudo ao longo desses 10 anos e a partir de hoje compartilho um pouco dessas experiências… antes e pós TOSS kkkk.
Um dos primeiros trabalhos que desenvolvi foi da empresa de fretamento e transporte Marlac Turismo. Na verdade não foi o primeiro projeto, antes disso tive duas experiências, a primeira com a Chave de Davi (indicação da minha prima Janaina), logo após com a Montana Turismo e consequentemente vieram outros e outros… Hoje em dia olhando para os projetos lembra algo criado na década de 80, e olhe que nos anos 80 nem sites existiam aehauehuaeh, imaginem…
Mas vamos focar neste último, o site Marlac Turismo foi desenvolvido no ano de 2006, o seu principal objetivo foi, e continua sendo, apresentar o institucional da empresa na internet.
Em forma de gratidão pela permanência, confiança e respeito ao longo desses anos a TOSS presenteou a Marlac Turismo no final de 2016 com a nova versão do site, agora responsivo e atualizado dentro novos padrões web.
O projeto contou com a participação dos colaboradores Giovanni e Robson.
Congrats e vamos em frente!
A gravadora ToneMind em parceria com a Roland Brasil promovem o maior Concurso de Remix do Brasil, o Tone Remix Contest.
A TOSS entra nessa jogada como patrocinadora oficial de toda a parte de mídia digital do concurso.
Premiação: Os vencedores serão premiados com equipamentos da nova linha AIRA da Roland e diversos outros prêmios.
Cronograma do Concurso: Período das inscrições e download do pack original online: de 01/06 a 15/07 | Envio dos remixes: 02/06 à 16/07 até às 23:59 | Etapas eliminatórias pelo público: 26/07 à 03/08 . Resultado Final no programa Dance Paradise: 08/08.
Informações oficiais acesse: www.tonemind.net/aira/
Algumas empresas ainda preferem não se posicionar nas redes sociais por meio de perfis, publicação de comentários e conteúdo. Mas isso não significa que é possível estar ausente. A empresa pode não falar, mas certamente estão falando sobre ela ou sobre seus produtos na internet. As redes sociais são um solo muito rico em informações para empresas que souberem observar, entender e aplicar o feedback do público. Por isso, monitorar as redes sociais é cada vez mais essencial para qualquer marca.
Hoje, temos disponíveis inúmeras ferramentas, pagas e gratuitas, que podem ajudar. As próprias redes sociais disponibilizam ferramentas de busca que permitem a observação e captação de comentários em tempo real. O Google inclui comentários feitos em redes sociais em seus resultados de busca.
Ferramentas como o TweetDeck e o Hootsuite permitem o monitoramento de diversos perfis ou palavras-chave (lembre-se de que mesmo que o público não esteja mencionando sua marca, ele pode estar falando sobre seu produto).
Para análises mais aprofundadas, que levem em conta métricas como volume de menções, associações de palavras, mensagens replicadas, alcance das mensagens, engajamento, usuários mais influentes que interagem ou recomendam a marca, é recomendada a adesão às ferramentas pagas que, além da possibilidade de mensuração, podem garantir a coleta e o armazenamento de um número ilimitado de mensagens, provenientes de diferentes redes sociais. Para isso, eu recomendo as seguintes: Scup, Radian6 e Social Mention.
Qualquer ferramenta, seja paga ou gratuita, não elimina, no entanto, a necessidade do olhar humano. Após coletar todas as informações e dados, olhe e analise tudo com atenção, pois neles podem estar as soluções e respostas que sua empresa procura há tempos.
Fonte: Leandro Kenski
No dia-a-dia trabalhando em uma agência de marketing, me deparo muito com o termo logomarca usado por profissionais de diversas áreas de comunicação. Na escola aprendemos que logotipo seria mais correto. Mas, por que se importar tanto com uma palavra? Não é importante apenas o entendimento do que queremos expressar?
Agora vai a minha opinião de jovem profissional: a maioria dos brasileiros compreende quando o termo logomarca é utilizado; a palavra já se encontra em dicionários e nos manuais das grandes empresas. Mas isso não justifica a falta de coerência que encontramos na palavra logomarca.
Nos estudos de design aprendemos a projetar, conceituar e executar da melhor maneira possível. Já passamos por muitos desentendimentos em nossa área, sobre o que fazemos e como fazemos. Então não podemos permitir que outras áreas e profissões definam os termos certos a serem utilizados!
Claro que não podemos exigir que leigos e pessoas de outras áreas entendam tudo sobre significados e origens de palavras, mas quem trabalha com comunicação leva a profissão a sério e se diferencia de amadores e micreiros.
Assim, nosso dever enquanto profissionais é sempre buscar os significados corretos e transmiti-los para nosso clientes, colegas de trabalho e faculdade.
Em um artigo para o site designGráfico, Gilberto Alves Jr. analisa os termos mais usados da logotipia, buscando nos significados das palavras que estruturam o termo qual a forma correta de utiliza-los e ainda esclarece a dúvida para designers, publicitários e interessados.
Descendo à raiz das palavras, o termo logotipo é aceito como correto. Seria o símbolo visível de um conceito. Já logomarca seria um termo redundante: o significado do significado.
Por: Juliana Galati – Web Insider